Venezuela: agora é de todos!...


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Dúzias de ativistas sociais, representantes das doze forças políticas, sindicais e sociais galegas que aderírom à iniciativa da AGARB, assim como de outras que se agregárom in situ, e umha representaçom


do Consulado da República Bolivariana da Venezuela, participárom na calurosa tarde de sexta-feira 5 de julho, no ato político comemorativo do 202 aniversário da assinatura da ata da Declaraçom de Independência da Venezuela.









À beira do busto do Libertador, na rua Venezuela de Vigo, Xavier Moreda -coordenador-geral da AGARB-, arroupado pola militáncia do BNG, BRIGA, Causa Galiza, Comités, CIG, Galiza Nova, ISCA!, Liga Estudantil Galega, Mar de Lumes-Comité Galego de Solidariedade Internacionalista, MCB-Capítulo Galiza, NÓS-UP e PCPG, deu leitura solene o manifesto no que se reconhece que a Galiza tem umha dívida histórica com o povo venezuelano, denúncia a agressom imperialista que padece a naçom irmá por parte do imperialismo e a burguesia local, e transmite ?apoio à Revoluçom Bolivariana, ao legítimo presidente Nicolás Maduro, única garantia para manter as enormes conquistas, a soberania e independência nacional da Venezuela frente ao imperialismo, evitando qualquer retrocesso e involuçom neoliberal das forças reacionárias que pretendem impor o neocolonialismo na Pátria de Bolívar e Chávez?.









Denúncia do imperialismo espanhol


No ato solidário e internacionalista AGARB manifestou que a Venezuela é ?um exemplo para povos como o galego, empobrecidos pola carência de soberania e condenados ao atraso pola opressom nacional a que nos submete o mesmo projeto imperialista que há 202 anos Simón Bolívar conseguiu derrotar?.





Chávez presente


Antes de iniciar a concentraçom, umha fotografia do comandante Hugo Chavéz foi depositada à beira da meixela esquerda de Bolívar, deixando assim bem claro que a Revoluçom Bolivariana é continuaçom da gesta libertadora de Simón Bolívar.


Oferta floral


Antes de finalizar o ato com o canto do hino nacional da Galiza, foi depositada umha coroa de flores com a bandeira nacional galega nos pés do monumento ao Libertador.


Petiscos de confraternizaçom no Lume!


Posteriormente umha parte das pessoas que assistírom à homenagem popular à Venezuela bolivariana e chavista deslocarom-se até o centro social Lume! onde AGARB tinha preparado petiscos.




Ato do Consulado




Umha delagaçom da AGARB, encabeçada por Xavier Moreda, participou a convite da Cônsul Geral da Venezuela na Galiza, Mónica Chacín Funemayor, na oferta floral realizada às 12 horas diante do busto a 
Bolívar.  


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/07/duzias-de-ativistas-sociais.html




A Revoluçom Bolivariana da Venezuela tem sido e é um referente para todos os povos do mundo que luitam contra toda forma de opressom e dominaçom.

A Venezuela, sob a liderança de Hugo Chávez, demonstrou que sim é possível, hoje e aqui, construir umha alternativa ao modelo neoliberal, que sim é factível com vontade política e apoio do povo auto-organizado, edificar umha sociedade alicerçada na justiça e liberdade numha pátria soberana.

A Revoluçom Bolivariana da Venezuela é um exemplo para povos como o galego, empobrecidos pola carência de soberania e condenados ao atraso pola opressom nacional a que nos submete o mesmo projeto imperialista que há 202 anos Simón Bolívar conseguiu derrotar.

A Galiza tem umha dívida histórica com o povo venezuelano. Durante décadas,  acolheu dezenas de milhares de compatriotas que, mediante o êxodo imposto da emigraçom, escapavam da fame e da miséria a que o capitalismo espanhol nos condena; a Venezuela também foi um generoso lugar de acolhimento para milhares de exilad@s galeg@s que procuravam refúgio da perseguiçom franquista; a Venezuela foi retaguarda de organizaçons políticas ao serviço da libertaçom da Galiza.

Hoje, a naçom de Bolívar, após o prematuro falecimento do comandante Hugo Chávez no mês de março, está submetida a umha intensa agressom imperialista que procura desestabilizar e destruir os 14 anos de Revoluçom Bolivariana.

Apoiando-se na oligarquia local, o imperialismo nega-se a reconhecer a vitória eleitoral do presidente Nicolás Maduro nas presidenciais de 14 de abril.

Após o fracasso do golpe de estado promovido polos Estados Unidos e pola oposiçom de extrema-direita representada polo candidato perdedor, que provocou umha dúzia de mortes e a destruiçom de sedes das organizaçons revolucionárias e centros de saúde, o País está submetido ao endurecimento da guerra assimétrica de quinta geraçom.

Mediante a manipulaçom informativa, o desabastecimento e açambarcamento de produtos básicos, a sabotagem económica e energética, as forças reacionárias da burguesia visam gerar sensaçom subjetiva de caos e malestar social para assim impossibilitarem o desenvolvimento e a orientaçom socialista do processo.

Estám em jogo as profundas transformaçons sociais, económicas, políticas e culturais mediante as quais a Revoluçom Bolivariana conquistou enormes avanços nas condiçons de vida e liberdades das maiorias sociais venezuelanas.

A Revoluçom Bolivariana acha-se numha complexa encruzilhada. As lacras, os erros e os desvios devem ser corrigidos. Mas estes enormes desafios aos quais se tem que confrontar só poderám ser superados com mais Revoluçom, com mais soberania e mais socialismo, seguindo o legado de Hugo Chávez.

As organizaçons, forças políticas e sindicais galegas abaixo assinadas  manifestamos o nosso apoio à Revoluçom Bolivariana, ao legítimo presidente Nicolás Maduro, única garantia para manter as enormes conquistas, a soberania e independência nacional da Venezuela frente ao imperialismo, evitando qualquer retrocesso e involuçom neoliberal das forças reacionárias que pretendem impor o neocolonialismo na Pátria de Bolívar e Chávez.

Galiza, 5 de julho de 2013

Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/07/5-de-julho-de-2013-202-aniversario-da.html


Na próxima sexta-feira 5 de julho às 20.30 horas, diante do busto de Simón Bolívar na rua Venezuela de Vigo terá lugar umha concentraçom em apoio à Venezuela Bolivariana e Chavista coincidindo com o 202 aniversário da Declaraçom da Independência do país sul-americano.

A concentraçom está convocada pola AGARB e conta com o apoio do BNG, BRIGA, Causa Galiza, Comités, CIG, Galiza Nova, ISCA!, Liga Estudantil Galega, Mar de Lumes-Comité Galego de Solidariedade Internacionalista, MCB-Capítulo Galiza, NÓS-UP e PCPG.

Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/06/concentracom-em-vigo-coincidindo-com-o.html




Coincidindo com 202 aniversário da Declaraçom de Independência da Venezuela, AGARB com apoio do BNG, BRIGA, Causa Galiza, Comités, CIG, Mar de Lumes-Comité Galego de Solidariedade Internacionalista, MCB-Capítulo Galiza, NÓS-UP e PCPG, convoca umha concentraçom solidária com a República Bolivariana da Venezuela.

A convocatóra, que ainda permanece aberta à adesom de mais entidades, terá lugar sexta-feira 5 de julho às 20.30 horas, diante do busto de Simón Bolívar na rua Venezuela de Vigo.






Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/06/galiza-com-venezuela-bolivariana-e.html



Mar de Lumes organiza charla-colóquio "O futuro da revoluçom bolivariana" com Gonzalo Gómez Freire, militante do PSUV e co-fundador de aporrea.org, no local da CIG en Vigo (r/ Gregório Espino, 47), ás 20h30 do dia 25 de junho.


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/06/gonzalo-gomez-freire-na-cig-vigo.html





As palavras de ordem Galiza-Venezuela solidariedade e Maduro seguro, o ianque dá-lhe duro!, iniciárom a concentraçom solidária convocada hoje em Vigo diante das instalaçons do consulado da República Bolivariana na Galiza.



Dúzias de militantes e ativistas de diversas organizaçons políticas e sindicais da esquerda nacional assistírom à iniciativa promovida pola Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana.

Xavier Moreda denunciou megafone em mao o golpe de estado fascista que a burguesia venezuelana, seguindo as diretrizes dos Estados Unidos, tentou dar estes dias, negando-se a reconhecer a legítima e limpa vitória eleitoral de Nicolás Maduro.

O coordenador geral da AGARB também denunciou a atitude colonial da ?Espanha decrépita? participando na desestabilizaçom da Venezuela.

Após entoar o hino da Pátria e com gritos de Até a vitória sempre Maduro presidente! e Maduro seguro, à burguesia dá-lhe duro! finalizou a iniciativa internacionalista.


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/04/vigo-acolheu-concentracom-de-apoio.html





Companheir@s:
A gravidade da situaçom na Venezuela obriga a convocarmos para esta quinta-feira 18 de abril às 20.30 horas, diante do Consulado em Vigo, umha concentraçom solidária com a Venezuela bolivariana e de apoio incondicional à legitimidade do presidente constitucional Nicolás Maduro.

Galiza com a Venezuela Bolivariana e Socialista
Nicolás Maduro presidente
Paremos o golpe de estado da direita imperialista
Governo espanhol cúmplice


Em representaçom da AGARB solicitamos-vos que apoiedes e movimentedes o maior número de pessoas para manifestar a solidariedade galega com a Revoluçom Bolivariana.


Saudaçons bolivarianas e revolucionárias
Xavier Moreda


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/04/concentracom-solidaria-com-venezuela.html




AGARB transmite os parabens ao povo venezuelano e ao seu presidente eleito, Nicolás Maduro, polo nova vitória eleitoral.

Denunciamos a estratégia desestabilizadora que a extrema-direita venezuelana, sob ordens dos USA, está aplicando. Nom reconhecer a legítima vitória eleitoral bolivariana nas eleiçons de domingo 14 de abril e apelar à desestabilizaçom só tem um nome: golpe de estado.

Os resultados do Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, referendados pola UNASUL e polo conjunto dos organismos internacionais presentes no processo eleitoral, som indiscutíveis. O sistema eleitoral venezuelano é dos mais fiáveis e rigorosos do mundo.

O Conselho Nacional Eleitoral proclamou triunfador Nicolás Maduro con 7 milhons 563 mil 747 votos (50,75%) frente o candidato da burguesia e do imperialismo, com 7 milhons 298 mil 491 votos, (48,97%). 

Umha curta vantagem nas primeiras eleiçons desde 1999 sem o comandante Chavez, mas UMHA NOVA VITÓRIA num cenário de guerra económica, elétrica, comunicacional e psicológica contra o povo trabalhador venezuelano.

AGARB condena as intoleráveis injerências do governo espanhol questionando a legitimidade democrática do novo presidente constitucional da República Bolivariana da Venezuela.

Denunciamos a atitude neocolonial espanhola tentando contribuir à desestabilizaçom da Revoluçom Bolivariana. O velho e decrépito império espanhol, por boca do seu chanceler Manuel Garcia-Margallo pretende, tal como já fijo Aznar no golpe de estado de abril de 2002, alterar a decisom popular, situando no palácio de Miraflores a um fascista do agrado das multinacionais espanholas.

A vitória de Nicolas Maduro é transcendental para a soberania e  para a integraçom da nossa América e dos povos de todo o mundo que como o galego nom renunciamos a nossa soberania e a construçom de umha sociedade justa e igualitária, o Socialismo.

AGARB transmite os seus parabens o Consulado da República Bolivariana da Venezuela na Galiza e alerta o conjunto do movimento popular e organizaçons anti-imperialistas galegas a estarmos preparadas perante qualquer tentativa de agressom das instalaçons consulares da naçom irmá no nosso país.

Chávez vive!
Pátria Socialista e Independência!
Até a vitória sempre!

Galiza, 15 de abril de 2013.


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/04/maduro-presidente-viva-revolucom.html



Numha conferência de imprensa foi apresentado um manifesto de apoio ao candidato bolivariano e socialista nas eleiçons presidenciais venezuelanas do vindouro domingo 14 de abril.

A iniciativa promovida pola Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana (AGARB) conta com o respaldo de 12 organizaçons políticas, sindicais e sociais.

No ámbito político o manifesto Galiza com a Venezuela bolivariana. A vitória de Nicolás Maduro garante a sua continuidade foi suscrito por Anova, BNG, MpB, NÓS-UP, PCPG e Primeira Linha; polas organizaçons sindicais CIG e COG, assim como polas organizaçons juvenis BRIGA e Isca!, além da organizaçom estudantil AGIR e o Capítulo Galiza do Movimento Continental Bolivariano (MCB).

Na conferência de imprensa realizada hoje na Galeria Sargadelos de Vigo o coordenador geral da AGARB, Xavier Moreda -acompanhado por dirigentes de Anova, BRIGA, Isca!, NÓS-UP e Primeira Linha-, avaliou as grandes transformaçons sociais, económicas, políticas e culturais na Venezuela promovidas pola Revoluçom Bolivariana. Avanços que nom só lográrom reduzir a pobreza e as desigualdades sociais, atingírom enormes conquistas nos ámbitos da educaçom, saúde, vivenda, desporto e serviços sociais.

Xavier Moreda incidiu que isto só foi possível pola política de clara orientaçom patriótica e socialista que conseguiu em pouco mais de umha década a recuperaçom da soberania nacional da Venezuela frente a etapa da IV República quando o país semelhava ser umha simples neocolónia norteamericana.

Xavier Moreda manifestou ser imprescindível a continuaçom do processo revolucionário bolivariano e socialista na Venezuela, pois é a única forma de ?garantir as conquistas atingidas? e seguir construindo de forma tangível umha alternativa ao caos neoliberal promovido polo capitalismo, apelando ?a comunidade galega que vive na Venezuela, assim como a comunidade venezuelana que reside na Galiza, apoiar a candidatura de Nicolás Maduro?.



A vitória de Nicolás Maduro garante a sua continuidade

A irmá naçom venezuelana tem assistido desde 1999 a umha profunda transformaçom social, económica, política e cultural, da mao do processo revolucionário bolivariano liderado polo comandante Hugo Chávez.

Nestes 14 anos de Revoluçom Bolivariana, as condiçons de vida para as imensas maiorias socias excluídas durante o corrupto sistema da IV República, tenhem atingido enormes avanços e conquistas em todas as ordens. A Venezuela recuperou a sua plena soberania e independência nacional, convertendo-se num exemplo para os povos oprimidos do mundo.

O analfabetismo foi erradicado, a taxa de escolarizaçom é mui elevada, o número de estudantes universitários passou de 895.000 em 2000, para 2,3 milhons em 2011, com a criaçom de novas universidades.

Foi criado o Sistema Nacional Público de Saúde para garantir o acesso gratuito o conjunto da populaçom. O número de médicos incrementou-se 400%, passando de 20 por 100.000 habitantes, em 1999, para 80 por 100.000, em 2010. 

A taxa de mortalidade infantil reduziu-se 49%, passando de 19,1 por mil, em 1999, para 10 por mil, em 2012.

Graças à ?Operaçom Milagre?, 1,5 milhoms de venezuelanos/as, vítimas de catarata ou outras doenças oftalmológicas, recobrárom a visom.

Desde 1999 até 2011, a taxa de pobreza passou de 42,8% para 26,5%, e a taxa de extrema pobreza de 16,6%, em 1999, para 7%, em 2011.

Na classificaçom do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa das Naçons Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Venezuela passou do 83° lugar, no ano 2000 (0,656), para o 73°, em 2011 (0,735), entrando na categoria das naçons com o IDH elevado.

A Venezuela conta com o coeficiente GINI -que permite calcular a desigualdade num país-, mais baixo da América Latina. É o país da regiom onde existe menos desigualdade.

Durante a presidência de Chávez, os gastos sociais aumentarom em 60,6%.

Antes de 1999, somente 387.000 idosos recebiam umha pensom. Agora, som 2,1 milhons.

Desde 1999, fôrom construídas 700.00 vivendas na Venezuela.

Desde 1999, o governo entregou mais de um milhom de hectares de terras aos povos aborígenes do país e a reforma agrária permitiu a dezenas de milhares de camponeses serem donos das suas terras.

Em 1999, a Venezuela produzia 51% dos alimentos que consumia. Em 2012, a produçom foi de 71%, enquanto o consumo de alimentos aumentou em 81% desde 1999. Se o consumo em 2012 fosse similar ao de 1999, a Venezuela produziria 140% dos alimentos consumidos a nível nacional.

Desde 1999, a taxa de calorias que consomem os venezuelanos/as aumentou 50%. O consumo de carne aumentou 75% desde 1999.

Cinco milhons de crianças recebem agora alimentaçom gratuita através do Programa de Alimentaçom Escolar. Eram 250.000 em 1999.

A taxa de desnutriçom passou de 21%, em 1998, para menos de 3%, em 2012.

Segundo a FAO, a Venezuela é o país da América Latina e das Caraíbas mais avançado na erradicaçom da fame.

A nacionalizaçom da empresa petroleira PDVSA, em 2003, permitiu à Venezuela recuperar a sua soberania energética.


Desde 1999, fôrom criadas mais de 50.000 cooperativas em todos os setores da economia.

A taxa de desemprego passou de 15,2%, em 1998, para 6,4%, em 2012, com a criaçom de mais de 4 milhons de empregos.

O salário mínimo passou de 100 bolívares (16 dólares), em 1998, para 247,52 bolívares (330 dólares), em 2012. Ou seja, um aumento de mais de 2.000%. Trata-se do salário mínimo mais elevado da América Latina.

O horário laboral foi reduzido para 6 horas diárias e para 36 horas semanais sem a diminuiçom do salário.

A dívida pública passou de 45% do PIB, em 1998, para 20%, em 2011. A Venezuela retirou-se do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, reembolsando antecipadamente todas as suas dívidas.

Em 2012, a taxa de crescimento da Venezuela foi de 5,5%, umha das mais elevadas do mundo.

O PIB por habitante passou de 4.100 dólares, em 1999, para 10.810 dólares, em 2011.

A criaçom da Petrocaribe, em 2005, permitiu a 18 países da América Latina e do Caribe, ou seja, 90 milhons de pessoas, adquirir petróleo subsidiado em 40% ou 60%, e assegurar o seu abastecimento energético.

A Venezuela também promove ajuda às comunidades desfavorecidas dos Estados Unidos, fornecendo combustível com tarifas subsidiadas.

A criaçom da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), em 2004, entre Cuba e Venezuela, assentou as bases dunha aliança integradora, baseada na cooperaçom e na reciprocidade, que agrupa 8 países membros com o objetivo de luitar contra a pobreza e a exclusom social.

Hugo Chávez está na origem da criaçom da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC), que, pola primeira vez, uniu as 33 naçons da regiom, que se emanciparom da tutela dos Estados Unidos e do Canadá.

As organizaçons e forças galegas abaixo assinantes consideramos imprescindível a continuaçom do processo revolucionário bolivariano e socialista na Venezuela para garantir e aprofundar assim nestas conquistas sociais, económicas, políticas e culturais, e a permanência da soberania e da independência nacional da Venezuela frente ao imperialismo.

O êxito da candidatura de Nicolás Maduro, promovida polo conjunto das forças políticas e sociais do movimento popular venezuelano articuladas no GPP (Grande Pólo Patriótico), é a única garantia de evitar o retrocesso e a involuçom neoliberal e neocolonial das forças reacionárias.

Por este motivo, apelamos a comunidade galega que vive na Venezuela, assim como a comunidade venezuelana que reside na Galiza, para apoiar a candidatura de Nicolás Maduro nas eleiçons presidenciais de 14 de abril.


Galiza, 9 de abril de 2013

Organizaçons assinantes:

-Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana (AGARB)
-AGIR, organizaçom do estudantado da esquerda independentista
-Anova Irmandade Nacionalista
-Bloque Nacionalista Galego (BNG)
-BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista
-Causa Galiza
-Central Obreira Galega (COG)
-Confederación Intersindical Galega (CIG)
-ISCA!
-Liga Estudantil Galega
-Movimento Continental Bolivariano (MCB) Capítulo Galiza
-Movemento pola Base (MpB)
-NÓS-Unidade Popular (NÓS-UP)
-Partido Comunista do Povo Galego (PCPG)
-Primeira Linha





Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/04/apresentado-manifesto-nacional-apoiando.html


Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana (AGARB) solicita o conjunto das forças políticas, sindicais e sociais galegas adesom o manifesto de apoio à candidatura de Nicolás Maduro nas eleiçons presidenciais venezuelanas de 14 de abril.

A data máxima de adesom é a vindoura terça-feira 9 de abril encaminanho confirmaçom mediante correio-e: agarbolivariana@gmail.com ou telefonando a 698 174 848

Sem outro particular recebei umha saudaçom bolivariana, socialista e patriótica de 
Xavier Moreda


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/04/adere-o-manifesto-galiza-com-venezuela.html




A irmá naçom venezuelana tem assistido desde 1999 a umha profunda transformaçom social, económica, política e cultural, da mao do processo revolucionário bolivariano liderado polo comandante Hugo Chávez.

Nestes 14 anos de Revoluçom Bolivariana as condiçons de vida para as imensas maiorias socias excluidas durante o corrupto sistema da IV República, tenhem atingido enormes avanços e conquistas em todas as ordens. Venezuela recuperou a sua plena soberania e independência nacional, convertendo-se num exemplo para os povos oprimidos do mundo.

O analfabetismo foi erradicado, a taxa de escolarizaçom é mui elevada, o número de estudantes universitários passou de 895.000 em 2000, para 2,3 milhons em 2011, com a criaçom de novas universidades.

Foi criado o Sistema Nacional Público de Saúde para garantir o acesso gratuito o conjunto da populaçom. O número de médicos incrementou 400%, passando de 20 por 100.000 habitantes, em 1999, para 80 por 100.000, em 2010.  

A taxa de mortalidade infantil reduziu 49%, passando de 19,1 por mil, em 1999, para 10 por mil, em 2012.

Graças à Operaçom Milagre, 1,5 milhoms de venezuelanos/as, vítimas de catarata ou outras doenças oftalmológicas, recobrarom a visom.

De 1999 a 2011, a taxa de pobreza passou de 42,8% para 26,5%, e a taxa de extrema pobreza de 16,6%, em 1999, para 7%, em 2011.

Na classificaçom do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa das Naçons Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Venezuela passou do 83° lugar, no ano 2000 (0,656), para o 73°, em 2011 (0,735), entrando na categoria das naçons com o IDH elevado.

A Venezuela ostenta o coeficiente GINI -que permite calcular a desigualdade num país-, mais baixo da América Latina. É o país da regiom onde existe menos desigualdade.

Durante a presidência de Chávez os gastos sociais aumentarom em 60,6%.

Antes de 1999 somente 387.000 idosos recebiam umha pensom. Agora, som 2,1 milhons.

Desde 1999 fôrom construídas 700.00 habitaçons na Venezuela.

Desde 1999 o governo entregou mais de um milhom de hectares de terras aos povos aborígenes do país, e a reforma agrária permitiu a dezenas de milhares de camponeses serem donos das suas terras.

Em 1999, a Venezuela produzia 51% dos alimentos que consumia. Em 2012, a produçom foi de 71%, enquanto o consumo de alimentos aumentou em 81% desde 1999. Se o consumo em 2012 fosse similar ao de 1999, a Venezuela produziria 140% dos alimentos consumidos a nível nacional.

Desde 1999, a taxa de calorias que consomem os venezuelanos/as aumentou 50%. O consumo de carne aumentou 75% desde 1999.

Cinco milhons de crianças recebem agora alimentaçom gratuita através do Programa de Alimentaçom Escolar. Eram 250.000 em 1999.

A taxa de desnutriçom passou de 21%, em 1998, para menos de 3%, em 2012.

Segundo a FAO, a Venezuela é o país da América Latina e do Caribe mais avançado na erradicaçom da fame.

A nacionalizaçom da empresa petroleira PDVSA, em 2003, permitiu à Venezuela recuperar a sua soberania energética.


Desde 1999, fôrom criadas mais de 50.000 cooperativas em todos os setores da economia.

A taxa de desemprego passou de 15,2%, em 1998, para 6,4%, em 2012, com a criaçom de mais de 4 milhons de empregos.

O salário mínimo passou de 100 bolívares (16 dólares), em 1998, para 247,52 bolívares (330 dólares), em 2012. Ou seja, um aumento de mais de 2.000%. Trata-se do salário mínimo mais elevado da América Latina.

O horário laboral foi reduzido para 6 horas diárias e para 36 horas semanais sem a diminuiçom do salário.

A dívida pública passou de 45% do PIB, em 1998, para 20%, em 2011. A Venezuela retirou-se do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, reembolsando antecipadamente todas as suas dívidas.

Em 2012, a taxa de crescimento da Venezuela foi de 5,5%, umha das mais elevadas do mundo.

O PIB por habitante passou de 4.100 dólares, em 1999, para 10.810 dólares, em 2011.

A criaçom da Petrocaribe, em 2005, permitiu a 18 países da América Latina e do Caribe, ou seja, 90 milhons de pessoas, adquirir petróleo subsidiado em 40% ou 60%, e assegurar o seu abastecimento energético.

A Venezuela também promove ajuda às comunidades desfavorecidas dos Estados Unidos, fornecendo combustível com tarifas subsidiadas.

A criaçom da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA), em 2004, entre Cuba e Venezuela, assentou as bases dunha aliança integradora, baseada na cooperaçom e na reciprocidade, que agrupa 8 países membros com o objetivo de luitar contra a pobreza e a exclusom social.

Hugo Chávez está na origem da criaçom da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC), que, pola primeira vez, uniu as 33 naçons da regiom, que se emanciparom da tutela dos Estados Unidos e do Canadá.

As organizaçons e forças galegas abaixo assinantes, consideramos imprescindível a continuaçom do processo revolucionário bolivariano e socialista na Venezuela para garantir e aprofundar assim nestas conquistas sociais, económicas, políticas e culturais, e a permanência da soberania e independência nacional da Venezuela frente o imperialismo.

O êxito da candidatura de Nicolás Maduro, promovida polo conjunto das forças políticas e sociais do movimento popular venezuelano articuladas no GPP (Grande Pólo Patriótico), é a única garantia de evitar o retrocesso e a involuçom neoliberal e neocolonial das forças reacionárias.

Por este motivo, apelamos à comunidade galega que vive na Venezuela, assim como a comunidade venezuelana que reside na Galiza, apoiar a candidatura de Nicolás Maduro nas eleiçons presidenciais de 14 de abril.


Galiza, abril de 2013


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/04/galiza-com-venezuela-bolivariana.html


Por Salim Lamrani, do Opera Mundi

O presidente Hugo Chávez, que faleceu no dia 5 de março de 2013, vítima de câncer, aos 58 anos, marcou para sempre a história da Venezuela e da América Latina.



 1. Jamais, na história da América Latina, um líder político alcançou uma legitimidade democrática tão incontestável. Desde sua chegada ao poder em 1999, houve 16 eleições na Venezuela. Hugo Chávez ganhou 15, entre as quais a última, no dia 7 de outubro de 2012. Sempre derrotou seus rivais com uma diferença de 10 a 20 pontos percentuais.

2. Todas as instâncias internacionais, desde a União Europeia até a Organização dos Estados Americanos, passando pela União de Nações Sul-Americanas e pelo Centro Carter, mostraram-se unânimes ao reconhecer a transparência das eleições.

3. Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos, inclusive declarou que o sistema eleitoral da Venezuela era ?o melhor do mundo?.

4. A universalização do acesso à educação, implementada em 1998, teve resultados excepcionais. Cerca de 1,5 milhão de venezuelanos aprenderam a ler e a escrever graças à campanha de alfabetização denominada Missão Robinson I.

5. Em dezembro de 2005, a Unesco decretou que o analfabetismo na Venezuela havia sido erradicado.

6. O número de crianças na escola passou de 6 milhões em 1998 para 13 milhões em 2011, e a taxa de escolarização agora é de 93,2%.

7. A Missão Robinson II foi lançada para levar a população a alcançar o nível secundário. Assim, a taxa de escolarização no ensino secundário passou de 53,6% em 2000 para 73,3% em 2011.

8. As Missões Ribas e Sucre permitiram que dezenas de milhares de jovens adultos chegassem ao Ensino Superior. Assim, o número de estudantes passou de 895.000 em 2000 para 2,3 milhões em 2011, com a criação de novas universidades.

9. Em relação à saúde, foi criado o Sistema Nacional Público para garantir o acesso gratuito à atenção médica para todos os venezuelanos. Entre 2005 e 2012, foram criados 7.873 centros médicos na Venezuela.

10. O número de médicos passou de 20 por 100 mil habitantes, em 1999, para 80 em 2010, ou seja, um aumento de 400%.

11. A Missão Bairro Adentro I permitiu a realização de 534 milhões de consultas médicas. Cerca de 17 milhões de pessoas puderam ser atendidas, enquanto que, em 1998, menos de 3 milhões de pessoas tinham acesso regular à saúde. Foram salvas 1,7 milhão de vidas entre 2003 e 2011.

12. A taxa de mortalidade infantil passou de 19,1 a cada mil, em 1999, para 10 a cada mil em 2012, ou seja, uma redução de 49%.

13. A expectativa de vida passou de 72,2 anos em 1999 para 74,3 anos em 2011.

14. Graças à Operação Milagre, lançada em 2004, 1,5 milhão de venezuelanos vítimas de catarata ou outras enfermidades oculares recuperaram a visão.

15.  De 1999 a 2011, a taxa de pobreza passou de 42,8% para 26,5%, e a taxa de extrema pobreza passou de 16,6% em 1999 para 7% em 2011.
16. Na classificação do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), a Venezuela passou do posto 83 no ano 2000 (0,656) ao 73° lugar em 2011 (0,735), e entrou na categoria das nações com o IDH elevado.

17. O coeficiente Gini, que permite calcular a desigualdade em um país, passou de 0,46 em 1999 para 0,39 em 2011.

18. Segundo o PNUD, a Venezuela ostenta o coeficiente Gini mais baixo da América Latina, e é o país da região onde há menos desigualdade.

19. A taxa de desnutrição infantil reduziu 40% desde 1999.

20. Em 1999, 82% da população tinha acesso a água potável. Agora, são 95%.

21. Durante a presidência de Chávez, os gastos sociais aumentaram 60,6%.

22. Antes de 1999, apenas 387 mil idosos recebiam aposentadoria. Agora são 2,1 milhões.

23. Desde 1999, foram construídas 700 mil moradias na Venezuela.

24. Desde 1999, o governo entregou mais de um milhão de hectares de terras aos povos originários do país.

25. A reforma agrária permitiu que dezenas de milhares de agricultores fossem donos de suas terras. No total, foram distribuídos mais de 3 milhões de hectares.

26. Em 1999, a Venezuela produzia 51% dos alimentos que consumia. Em 2012, a produção é de 71%, enquanto que o consumo de alimentos aumentou 81% desde 1999. Se o consumo em 2012 fosse semelhante ao de 1999, a Venezuela produziria 140% dos alimentos consumidos em nível nacional.

27. Desde 1999, a taxa de calorias consumidas pelos venezuelanos aumentou 50%, graças à Missão Alimentação, que criou uma cadeia de distribuição de 22.000 mercados de alimentos (MERCAL, Casa da Alimentação, Rede PDVAL), onde os produtos são subsidiados, em média, 30%. O consumo de carne aumentou 75% desde 1999.

28. Cinco milhões de crianças agora recebem alimentação gratuita por meio do Programa de Alimentação Escolar. Em 1999, eram 250 mil.

29. A taxa de desnutrição passou de 21% em 1998 para menos de 3% em 2012.

30. Segundo a FAO, a Venezuela é o país da América Latina e do Caribe mais avançado na erradicação da fome.

31. A nacionalização da empresa de petróleo PDVSA, em 2003, permitiu que a Venezuela recuperasse sua soberania energética.

32. A nacionalização dos setores elétricos e de telecomunicação (CANTV e Eletricidade de Caracas) permitiu pôr fim a situações de monopólio e universalizar o acesso a esses serviços.

33. Desde 1999, foram criadas mais de 50.000 cooperativas em todos os setores da economia.

34. A taxa de desemprego passou de 15,2% em 1998 para 6,4% em 2012, com a criação de mais de 4 milhões de postos de trabalho.

35. O salário mínimo passou de 100 bolívares (16 dólares) em 1998 para 2.047,52 bolívares (330 dólares) em 2012, ou seja, um aumento de mais de 2.000%. Trata-se do salário mínimo mais elevado da América Latina.

36. Em 1999, 65% da população economicamente ativa recebia um salário mínimo. Em 2012, apenas 21,1% dos trabalhadores têm este nível salarial.

37. Os adultos com certa idade que nunca trabalharam dispõem de uma renda de proteção equivalente a 60% do salário mínimo.

38. As mulheres desprotegidas, assim como as pessoas incapazes, recebem uma ajuda equivalente a 70% do salário mínimo.

39. A jornada de trabalho foi reduzida a 6 horas diárias e a 36 horas semanais sem diminuição do salário.

40. A dívida pública passou de 45% do PIB em 1998 a 20% em 2011. A Venezuela se retirou do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, pagando antecipadamente todas as suas dívidas.

41. Em 2012, a taxa de crescimento da Venezuela foi de 5,5%, uma das mais elevadas do mundo.

42. O PIB por habitante passou de 4.100 dólares em 1999 para 10.810 dólares em 2011.

43. Segundo o relatório anual World Happiness de 2012, a Venezuela é o segundo país mais feliz da América Latina, atrás da Costa Rica, e o 19° em nível mundial, à frente da Espanha e da Alemanha.

44. A Venezuela oferece um apoio direto ao continente americano mais alto que os Estados Unidos. Em 2007, Chávez ofereceu mais de 8,8 bilhões de dólares em doações, financiamentos e ajuda energética, contra apenas 3 bilhões da administração Bush.

45. Pela primeira vez em sua história, a Venezuela dispõe de seus próprios satélites (Bolívar e Miranda) e é agora soberana no campo da tecnologia espacial. Há internet e telecomunicações em todo o território.

46. A criação da Petrocaribe, em 2005, permitiu que 18 países da América Latina e do Caribe, ou seja, 90 milhões de pessoas, adquirissem petróleo subsidiado em cerca de 40% a 60%, assegurando seu abastecimento energético.

47. A Venezuela também oferece ajuda às comunidades desfavorecidas dos Estados Unidos, proporcionando-lhes combustíveis com tarifas subsidiadas.

48. A criação da Alba (Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América), em 2004, entre Cuba e Venezuela, assentou as bases de uma aliança integradora baseada na cooperação e na reciprocidade, agrupando oito países membros, e que coloca o ser humano no centro do projeto de sociedade, com o objetivo de lutar contra a pobreza e a exclusão social.

49. Hugo Chávez está na origem da criação, em 2011, da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), agrupando, pela primeira vez, as 33 nações da região, que assim se emancipam da tutela dos Estados Unidos e do Canadá.

50. Hugo Chávez desempenhou um papel chave no processo de paz na Colômbia. Segundo o presidente Juan Manuel Santos, ?se avançamos em um projeto sólido de paz, com progressos claros e concretos, progressos jamais alcançados antes com as FARC, é também graças à dedicação e ao compromisso de Chávez e do governo da Venezuela?.


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/03/50-verdades-sobre-hugo-chavez-e.html



Centenares de pessoas, básicamente ativistas das diversas organizaçons políticas e sindicais galegas, participárom quarta-feira 6 de março num emocionante e sentido homenagem ao comandante-presidente Hugo Chávez.


Pouco depois das sete da tarde as amplas instalaçons do consulado da República Bolivariana da Venezuela em Vigo figerom-se pequenas para dar entrada a todas aquelas pessoas que quigérom render homenagem póstumo ao líder revolucionário bolivariano e socialista.



Com poucas horas de antecedência, a AGARB e outras entidades da esquerda soberanista galega, convocavam com caráter de urgência um ato de homenagem no Consulado. A iniciativa foi aberta por Xavier Moreda, coordenador geral da AGARB, dando leitura a um fermoso texto do inteletual revolucionário argentino Néstor Kohan, que polo seu interesse reproduzimos.



Posteriormente Xavier Moreda, deu passo às palavras de Mónica Chacín, Cônsul na Galiza da República Bolivariana, quem mui emocionada só foi capaz de transmitir o agradecimento do governo bolivariano por esta homenagem da Galiza.


A continuaçom, entre gritos e palavras de ordem de apoio a Chávez, à Revoluçom bolivariana e socialista, interviu a Cônsul segunda Luisana Sánchez Cohen, quem também mui emocionada, deu leitura a um comunicado exaltando a figura e legado de Hugo Chávez.

O ato prosseguiu com as intervençons de representantes das forças políticas e sindicais presentes.

A prática totalidade das palavras de dirigentes de algumhas das organizaçons que conformam a coaligaçom eleitoral AGE, assim como do BNG, CIG, CUT, NÓS-Unidade Popular e PCPE, apelárom ao povo venezuelano a continuar construindo e aprofundando a Revoluçom Bolivariana.

O ato finalizou com o canto solene do Hino Nacional da Venezuela e um prolongado aplauso solidário e de enorme gratidom e admiraçom, entre palavras de ordem ?solidariedade Galiza-Venezuela? e vivas a Hugo Chávez e a Revoluçom Bolivariana.

Na rua dúzias de pessoas com bandeiras da pátria galega e de algumhas das organizaçons da esquerda soberanista presentes no ato, lançavam vivas e palavras de ordem de apoio a Hugo Chávez. 





Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/03/emocionante-homenagem-da-galiza-chavez.html


Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana convoca umha concentraçom para hoje, 6 de março,  às 19hs diante do Consulado da Venezuela em Vigo em homenagem ao comandante em chefe Hugo Chávez Frias e em apoio do processo histórico iniciado polo dirigente bolivariano.

Chávez vive! Até a vitória sempre!


Solidarizamo-nos e fazemos nossa a imensa dor do povo irmao venezuelano nesta difícil situaçom.

AGARB acompanha o bravo povo bolivariano nestes duros momentos de perda física do líder e comandante em chefe da Revoluçom Bolivariana.

A imensa e imortal figura de Hugo Rafael Chávez Frias representa o genuíno projeto soberanista, integrador e anti-imperialista de Simón Bolívar, adaptado ao século XXI. Ninguém melhor que ele foi capaz de movimentar a enorme energia de um povo para construir umha Pátria livre, soberana com justiça social.

A Galiza internacionalista, quer homenagear o Hugo Chávez, mostrar a sua admiraçom e reconhecimento pola sua contribuiçom a fazer da Venezuela um exemplo para a luita libertadora e emancipadora dos povos do mundo.

A Revoluçom Bolivariana é um processo histórico que deve continuar. Prosseguir e aprofundar na Revoluçom Bolivariana e Socialista é a melhor homenagem que se pode fazer a Hugo Chávez Frias.
Sabemos que a espada libertadora de Bolívar que Hugo Chávez levantou com orgulho e firmeza segue em alto e viva na imensa maioria do povo venezuelano.

AGARB transmite ao povo venezuelano, ao Governo da República Bolivariana, a Nicolás Maduro, ao PSUV, ao conjunto das organizaçons políticas e sociais integradas no Grande Polo Patriótico, ao movimento popular, à Força Armada Nacional Bolivariana, os nossos mais sentidos pêsames por esta perda.

Tal e como afirmou Alí Primera, ?os que morrem pola vida, nom podem chamar-se mortos?. Chávez está vivo em toda a humanidade que se estremece frente as injustiças e luita por um mundo melhor.

Desde a Galiza rebelde e combativa manifestamos o nosso apoio incondicional ao Governo bolivariano em todas aquelas medidas que se adotem para defender a Revoluçom Bolivariana, as suas conquistas sociais, a independência e soberania nacional, frente a qualquer tentativa desestabilizadora da direita ?esquálida? vendida ao imperialismo ianque.


Honor e glória ao Comandante Hugo Chávez!
Por Chávez nem um minuto de silêncio, toda umha vida de combate!
Viveremos e venceremos!
Pátria Socialista ou morte!
Até a vitória sempre!


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/03/agarb-convoca-concentracom-diante-do.html





AGARB quer celebrar com o povo venezuelano a imensa felicidade pola volta à Pátria do comandante-presidente Hugo Chávez Frias, após confrontar na Cuba do Che, Raúl e Fidel, um longo período de tratamento pola vida.

Chávez continuará sendo o comandante-presidente que representa nom só a força do povo venezuelano, também essa imensa maré vermelha internacionalista e anti-imperialista que conhece e sente como seu o projeto emancipador que representa. Chávez somos todas e todos os que defendemos um novo mundo superador do capitalismo.   

Manifestar mais umha vez, o apoio da AGARB ao rol anti-imperialista que continua a cumprir o processo em curso na República Bolivariana da Venezuela, comandado por um companheiro imprescindivel que representa e fai parte do melhor projeto emancipador revolucionário.


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2013/02/a-galiza-internacionalista-manifesta.html




Umha imensa maré vermelha permitiu umha nova vitória das forças revolucionárias bolivarianas encabeçadas polo PSUV nas eleiçons de onte domingo, 16 de dezembro, que elegiam os parlamentos regionais e @s governadores/as.

Este processo eleitoral constatou um claro avanço das forças populares, patrióticas, anti-imperialistas e socialistas, tam só dous meses depois da reeleiçom de Hugo Chávez como presidente da República Bolivariana da Venezuela.

AGARB congratula-se por esta indiscutível vitória, pois sem lugar a dúvidas representa o melhor presente do povo venezuelano para com o comandante Hugo Chávez, convalecente em Cuba da última intervençom cirúrgica a que foi submetido para lograr o seu pleno restabelecimento.

GPP triunfou em 20 dos 23 estados, logrando recuperar à oposiçom os estados do Zúlia, Carabobo, Táchira e Nova Esparta.
Anzoátegui, Apure, Aragua, Barinas, Bolívar, Cojedes, Delta Amacuro, Falcón, Guárico, Mérida, Monagas, Portuguesa, Sucre, Trujillo, Vargas e Yaracuy ratificárom a sua adesom o processo bolivariano.

Lamentamos que a oposiçom logre manter, embora por umha por estreita margem de votos, Amazonas, Miranda e Lara.

AGARB quer transmitir o povo bolivariano, as suas organizaçons revolucionárias, o governo da República Bolivariana da Venezuela, ao comandante Hugo Chávez a sua enorme satisfaçom por esta nova vitória sobre a reaçom e o imperialismo.

Até a vitória sempre!
Pátria, Socialismo ou morte!

Galiza, 17 de dezembro de 2012


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2012/12/revolucom-bolivariana-arrasa-nas.html


Umha imensa maré vermelha permitiu umha nova vitória das forças revolucionárias bolivarianas encabeçadas polo PSUV nas eleiçons de onte domingo, 16 de dezembro, que elegiam os parlamentos regionais e @s governadores/as.

Este processo eleitoral constatou um claro avanço das forças populares, patrióticas, anti-imperialistas e socialistas, tam só dous meses depois da reeleiçom de Hugo Chávez como presidente da República Bolivariana da Venezuela.

AGARB congratula-se por esta indiscutível vitória, pois sem lugar a dúvidas representa o melhor presente do povo venezuelano para com o comandante Hugo Chávez, convalecente em Cuba da última intervençom cirúrgica a que foi submetido para lograr o seu pleno restabelecimento.

GPP triunfou em 20 dos 23 estados, logrando recuperar à oposiçom os estados do Zúlia, Carabobo, Táchira e Nova Esparta.
Anzoátegui, Apure, Aragua, Barinas, Bolívar, Cojedes, Delta Amacuro, Falcón, Guárico, Mérida, Monagas, Portuguesa, Sucre, Trujillo, Vargas e Yaracuy ratificárom a sua adesom o processo bolivariano.

Lamentamos que a oposiçom logre manter, embora por umha por estreita margem de votos, Amazonas, Miranda e Lara.

AGARB quer transmitir o povo bolivariano, as suas organizaçons revolucionárias, o governo da República Bolivariana da Venezuela, ao comandante Hugo Chávez a sua enorme satisfaçom por esta nova vitória sobre a reaçom e o imperialismo.

Até a vitória sempre!
Pátria, Socialismo ou morte!

Galiza, 17 de dezembro de 2012


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2012/12/agarb-manifesta-desejos-de-rapida-e.html




1- A vitória eleitoral da candidatura do presidente Hugo Chávez Frías -apoiada polo conjunto do movimento popular e as organizaçons revolucionárias articuladas no Gram Pólo Patriótico, nas eleiçons do vindouro domingo 7 de outubro, é imprescindível para consolidar o processo de transformaçons sociais, políticas e culturais na Venezuela, mas também para reforçar as mudanças em curso na América Latina.

Umha derrota a favor do candidato imperialista seria catastrófico para as luitas anti-imperialistas e populares que, de Rio Grande a Terra de Fogo, levam mais de umha década sacudindo o poder e a hegemonia do imperialismo ianque no hemisfério.

Que melhor homenagem ao projeto emancipador do Che Guevara, no 45 aniversário da sua queda em combate, que as massas populares e trabalhadoras da Pátria de Bolívar, apoiem maciçamente a candidatura do comandante Hugo Chávez.

2- A vitória popular do dia 7 de outubro deve ser clara e contundente. Só assim se poderám abordar com garantias os dous grandes reptos deste processo. Evitar a ativaçom do plano B que o imperialismo tem preparado para desestabilizar o país se a vitória é ajustada, mas também para aprofundar na via genuinamente revolucionária que oriente a Venezuela face a construçom de umha sociedade socialista, superando os erros, as desviaçons e as ameaças internas involucionistas no seio das forças que afirmam apostar polo processo, tal como demandam os setores mais conscientes do Gram Pólo Patriótico.

3- Venezuela deve seguir avançando com factos tangíveis na via anticapitalista, deve seguir sendo umha sólida trincheira frente às ameças do imperialismo e o caos à que o capitalismo conduz o conjunto da humanidade. Umha vitória contundente nesta segunda batalha de Carabobo incidirá positivamente no fortalecimento do conjunto do movimento popular, da esquerda transformadora latino-americana e caribenha, mas também a escala mundial.

4- A AGARB apela o conjunto da comunidade galega emigrada na Venezuela, assim como o conjunto de compatriotas que voltárom para a Galiza, a apoiar a candidatura de Hugo Chávez nas eleiçons do vindouro domingo.


Galiza, 4 de outubro de 2012


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2012/10/agarb-perante-eleicons-presidenciais.html



Amigos, amigas, camaradas, compatriotas:



Hoje estamos celebrando o duzentos aniversário da assinatura da Ata da Declaraçom da Independência da Venezuela frente a Espanha, no dia 5 de Julho de 1811.


Queremos assinalar com este ato a importância desta efeméride na luita pola independência dos povos da América Latina e as Caraíbas, e manifestar também o apoio da AGARB ao rol anti-imperialista que hoje cumpre o processo em curso na República Bolivariana da Venezuela.



Porém, o bicentenário é interpretado entre nós, e propriamente na Nossa América, como o inicio dum projeto revolucionário nom só inacabado, diríamos que ainda só estamos nos alvores do início da definitiva independência quando os EUA, -dos que Simom Bolívar, o Libertador dizia: ?parecem destinados pola providência para pragar América de miséria em nome da liberdade?, iniciam agora o seu irremediável declínio.



Estas grandes celebraçons: bicentenário das independências, som também as nossas celebraçons e vam ou cumpre que vaiam além todo o que pudesse ser o meramente oficial, longe dos ribombantes ou dos pomposos fastos, devemos por solidariedade internacionalista, fomentar o que há de ser o autêntico sentimento bicentenário que ajude a criar umha valiosa Memória coletiva internacionalista.



Para nós Presidente você fai parte dos e das gloriosas combatentes como Manuelita Sáez, José Martí, Farabundo Martí, Augusto César Sandino, José Gomes Gaioso, Carlos Fonseca, Francisco Camanho, comandante Soutomaior, Henriqueta Outeiro, Tánia, Henrique Líster, Haideé Santamaria, Vilma Espín, Gladys Marín, Manuel Marulanda, Mono Jojoy, Fidel Castro e tantas outras mulheres e homens que luitarom pola liberdade e a emancipaçom dos povos.



Vontades emancipatórias exemplares que desmascaram a todos os comissários do esquecimento, aos aniquiladores e aos que falseiam, aos que sob a estratégia das oligarquias e sobre todo dos EUA capturam, sequestram as imagens dos e das revolucionárias desconhecidas e desconhecidos muitas vezes como fijeram com o Che, mesmo para incorporá-lo a umha esterilizada ideia romántico-comercial.



Nós devemos luitar contra a apropriaçom do Che que tenta apagar a sua intrínseca e simbólica pertença revolucionária a Cuba e a sua liderança revolucionária e a todos os movimentos de libertaçom continentais e bolivarianos. Ao internacionalismo.



Nós, desde a Galiza rebelde e combativa, longe dos pretendidos e pretensiosos sentidos-comuns, achamos vital a diversidade, imprescindivel vacina contra a ideia a qualquer custo da unidade fetiche, da unidade como suposto ?bem maior?. Devemos e precisamos, por lealdade revolucionária, ser críticas, ser críticos com os atos contraditórios que nos enchem de perplexidade.



Temos intuiçom, temos olfato revolucionário, incluso ainda que em aparência podemos nom entender por ignorância supostas razons de Estado, que desconhecemos polo miúdo, do que chamamos eufemisticamente alta política, nom podemos respaldar certas medidas recentes adoptadas polo governo bolivariano.



Desde a fraternidade que nos une aos que fôrom entregues ao Estado criminoso colombiano, ao regime narco-para-terrorista presidido por Juan Manuel Santos, nom concordamos e condenamos a colaboraçon com o estado criminoso da Colômbia. Com modéstia revolucionária, mas com a fortaleza moral de sermos umha entidade solidária com a Revoluçom Bolivarina da Venezuela que desde a nossa trincheira chamada Galiza sempre defendimos o processo em curso, solicitamos umha correçom nestas erróneas políticas conciliadoras. Venezuela nom deve entregar a Colômbia a insurgentes nem a pessoas solidárias com a luita do povo colombiano.


Aprezado companheiro comandante-presidente Hugo Chávez Frías, Revoluçom nom entrega a revolucionários!


Liberte ao cantor da liberdade e a justiça social, nom entregue a Julián Conrado.



Hoje os nossos sentimentos com o comandante, finalmente de volta à República Bolivariana da Venezuela, som de apoio fraternal na sua luita, que também á sentimos como nossa, pola plena recuperaçom. As divergências ou as opinions encontradas nom devem nem podem apagar a história vitoriosa do comandante Chávez e os seus valores revolucionários de quem orgulhamo-nos, defendemos e defenderemos.


O processo revolucionário bolivariano deve aprofundar na via socialista, apoiando-se no povo organizado, adoptando as decisons adequadas para avançar no desmantalemento do estado burguês.



Hoje 5 de Julho de 2011, duzentos aniversário da assinatura da Ata da Declaraçom da Independência da Venezuela, como sempre, sabemos que nom chega com a indignaçom. Situamo-nos, mais do que nunca, com os revolucionários e contra a absurda ideia de mudar o mundo sem tomar o poder. Contra essa mesma oligarquía que tenta sequestrar para manipular, ridiculizar, simplificar a imagem distorcida de Hugo Chávez Frias, a mesma que até quase 1998 convertera a Venezuela numha espécie de franquia do imperialismo, a mesma que procurou o terror e a desestabilizaçom da República Bolivariana da Venezuela, a mesma que estava a pensar na fenda aberta em ausência do presidente Chávez com o recrudescimento oportunista da investida da oligarquia que empreendeu umha campanha, mais umha vez, para acabar com o Presidente e o processo revolucionário em curso na República Bolivariana de Venezuela.



Pa´lante Comandante! Parabéns Comandante. Somos muitos e muitas que estamos com você desde a diversidade crítica e revolucionária.



Galiza com a Venezuela!


Pátria, Socialismo ou morte!


Até a vitória sempre!






Fonte: http://agarb.blogspot.com/2011/07/intervencom-de-xavier-moreda.html



Pouco depois das 19.30 horas tinha lugar diante do monólito a Simón Bolívar, situado na rua Venezuela de Vigo, a homenagem da AGARB aos dous séculos do início da gesta independentista venezuelana frente ao imperialismo espanhol.



O cidadao venezuelano residente na Galiza Franklin Méndez Guerra apresentou o ato dando a palavra a Xavier Moreda quem deu leitura ao discurso que juntamos.



O coordenador geral da AGARB ressaltou a importáncia da data na luita pola emancipaçom de Latinoamérica e as Caríbas, e o atual rol anti-imperialista que joga a Revoluçom Bolivariana. Porém também manifestou a necessidade de corrigir o rumo de certas erróneas decisons nas políticas internacionais nom acordes com a orientaçom internacionalista e bolivariana da Revoluçom.



Deste jeito Xavier Moreda, em representaçom da AGARB, manifestou-se contrário à entrega de revolucionários colombianos às autoridades do regime narco-para-terrorista colombiano solicitando a liberdade do comandante guerrilheiro Julián Conrado, atualmente preso na Venezuela. ?Nom concordamos e condenamos a colaboraçon com o estado criminoso da Colômbia? afirmou com contundência Moreda.



Posteriormente o coordenador geral da AGARB manifestou
que o processo revolucionário bolivariano ?deve aprofundar na via socialista, apoiando-se no povo organizado, adoptando as decisons adequadas para avançar no desmantalemento do estado burguês?.


Igualmente manifestou o respaldo da entidade internacionalista à Revoluçom Bolivariana fazendo votos pola pronta recuperaçom do comandante-presidente Hugo Chávez Frías.



Após o canto do hino nacional venezuelano tivo lugar umha oferta floral ao pé do monumento do Libertador.











Fonte: http://agarb.blogspot.com/2011/07/galiza-comemora-bicentenario-da_3787.html

Este 5 de julho tem lugar o 200 aniversário da declaraçom de independência da Venezuela. A Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana organiza às 19 horas da vindoura terça-feira 5 de julho um ato diante do busto de Simón Bolívar, situado na rua Venezuela de Vigo.

O coordenador-geral da AGARB realizará umha intervençom para assinalar a importáncia desta efeméride na luita pola independência dos povos da América Latina e as Caraíbas, e para manifestar o apoio da nossa entidade ao rol anti-imperialista que hoje cumpre o processo em curso na República Bolivariana da Venezuela.

Xavier Moreda destacará a importáncia da solidariedade internacionalista na luita dos povos pola sua plena soberania e emancipaçom social, e a necessidade de manter firmeza e coerência revolucionária à hora de nom colaborar, evocando "razons de estado", com governos criminosos e terroristas como o colombiano.

Posteriormente realizará umha oferta floral ao libertador.



Fonte: http://agarb.blogspot.com/2011/06/agarb-comemorara-bicentenario-da.html

Lendo hoje os comentários no El Mundo relativamente ao voto negativo de BNG e IU ao ataque criminal contra a Libia, encontro um que liga o voto negativo do BNG ao financiamento de Chávez do «independentismo» galego e á amizade de Gadafi com o presidente venezuelano.

Poderíamos acrescentar mais: o independentismo galego é financiado por Berlusconi, até há dous días íntimo de Gadafi, e um dos accionistas maioritarios de quanta indústria existe em Itália, polo que a Fiat e outras empresas tamém colaboram com o indepemdentismo galego.

Todas estas interaçons e conexons, estrafalárias, venhem dos ventos que semeiam os media, quando tratam o tema venezuelano ou os nacionalismos que eles definem como «periféricos» das naçons sem Estado do Estado espanhol.

O que nom conta, nem sabe, El Mundo sobre Lo gallego de Simón Bolívar, de Xosé Sesto

Reconheçámo-lo: o jornalista todo-o-terreio Herminio Carcacia logrou semear umha pequena tempestade para colher um vento frouxo.

A historia de Lo gallego de Simón Bolívar nasce há mais de 10 anos, quando atopei o livrinho, editado pola Hermandad Gallega de Venezuela, na biblioteca do Colégio Castelao, em Caracas. Falara com o filho de Sesto, o daquela vice-ministro da Cultura, Farruco, solicitándo-lhe a autorizaçom para o reproduzir, ponto que aceitou.

O livro original nasce da solicitude da comunidade galega na Venezuela em 1982, através da pluma do galego-venezuelano Xosé Sesto, de que nom fora derrubada a casa dos devanceiros de Simón Bolívar em Elvinha, na Corunha, o Paço de Penarredonda, onde tinha passado vários días Bolívar com a sua mulher espanhola, María Teresa Toro, antes de embarcar cara à Venezuela em 1802.

A passagem de Bolívar por Penarredonda nom é casual, era a casa dos seus familiares e em 1775 Juan Vicente Bolívar e Ponte, pai do Libertador, estava na Corunha a tentar solicitar todos os bens herdados da sua familia, entre eles o Paço de Penarredonda.

A reivindicaçom do sangue galego e da galeguidade de Bolívar era umha postura revolucionária, depois da sobredimensionada origem basca de Bolívar e a conotaçom pejorativa que do galego há em países como a Venezuela.

O cônsul e amigo David Nieves pediu-me o folheto para a reediçom por parte do Consulado da Venezuela em Vigo, com a intençom de honrar o galeguista Xosé Sesto, quem restaurara a Ata de Independência da Venezuela, de dar a conhecer aos galegos as orígens galegas de Simón Bolívar e de achegar aos venezuelanos que Bolívar nom só tinha raízes em Euskal Herria, mas também na Galiza.

Do interesse do cônsul David Nieves e do labor de confraternidade da Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana e as achegas escritas de Moreda, Morais e Portela nasce a ediçom facsimilar galega de Lo gallego de Simón Bolívar de Xosé Sesto.

Teimosa e equivocadamente, Herminio Carcacia assegura que o livro está escrito em galego reintegrado, quando a realidade é que está escrito em espanhol e só as achegas dos colaboradores forom escritas em galego.

Assegurar que o galego reintegrado nom é «reconocido por ninguna de las instituciones acreditadas» é um alarde de ignoráncia por parte de Carcacía, em primeiro lugar porque nom sabemos que acredita as instituiçons, se calhar o próprio jornalista, e significa desconhecer que na Galiza existe umha Academia Galega da Língua e associaçons como a AGAL, de reconhecido prestígio, como para que Herminio Carcacía decida degradá-las ou desaparecê-las.

A queima da bandeira espanhola que aparece na reportagem, de estar vivo, poderia ser protagonizada polo próprio Simón Bolívar sem nengumha dúvida. O seu Decreto de Guerra a muerte (1813) no qual condenava «espanhóis e canários» com a morte se nom participavam ativamente nas guerras de independência contra a tirania do Império espanhol custaria a Bolívar hoje um preço pola sua cabeça, comparecer perante a Audiência Nacional espanhola e umha condena por terrorismo sem atenuantes.

«Quando ouço a palavra cultura, saco logo a minha pistola»

Nem ser independentista nem republicano, agora, é delito no Estado espanhol. O Consulado da Venezuela em Vigo depende administrativamente doMinisterio del Poder Popular para Relaciones Exteriores da República Bolivariana da Venezuela, razom pola qual este Ministério, e nom o presidente Chávez, ajuda à ediçom do livro de Xosé Sesto.

É tam suspeito editar livros? Que intelectuais marxistas como Nestor Kohan deem palestras tampouco representa delito... neste momento, muito menos que estejam programados nas três naçons sem Estado da Península Ibérica. Se quigerem que vaia a Madrid... que o convidem.

A Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana, da qual fago parte como simpatizante, tem basamento legal ao abrigo da Constituiçom espanhola no Titulo I. Dos dereitos e deberes fundamentais, artigos 14, 16, 20, 21 e 22; todo o que puderem escrever os media, neste caso o El Mundo, é um atentado à liberdade ideológica, de opiniom, reuniom e associaçom, mais umha prova de que o revólver aínda está no cinto.



Fonte: http://agarb.blogspot.com/2011/03/chavez-nem-financia-nem-edita-livros.html


O jornal madrileno El Mundo publica hoje, nas páginas 12 e 13, umha reportagem intitulada ?Chávez financia el independentismo gallego? que obtivo diverso eco em emissoras de rádio e outros meios de comunicaçom.

Perante a disparatada teoria da ?informaçom? publicada, vinculando a nossa associaçom com açons de violência, a AGARB ligou hoje para os responsáveis do diário madrileno, assim como para o autor da notícia, para manifestar o nosso mais absoluto repúdio ao seu conteúdo. Na breve conversa telefónica denunciamos que em nengum momento El Mundo ligou connosco para recolher a nossa opiniom sobre os termos e orientaçom das afirmaçons vertidas.

Tal como manifestamos neste contato, no caso de amanhá nom se produzir umha retificaçom em base às consideraçons plasmadas neste comunicado, a AGARB verá-se obrigada a apresentar nos tribunais denúncia por injúrias e infámias contra os responsáveis de El Mundo e o jornalista, Herminio Carcacía, que assina a notícia.

1- A Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana (AGARB) é umha organizaçom popular sem fins lucrativos, enquadrada nos parámetros da esquerda soberanista e anticapitalista galega, cujos principais objectivos som:
1º- Difundir na Galiza o processo revolucionário em curso na República Bolivariana da Venezuela.
2º- Apoiar a luita anti-imperialista e em prol da construçom do socialismo neste país irmao.
3º- Procurar apoios e adesons à causa bolivariana entre o povo trabalhador galego.
4º- Impulsionar projectos de cooperaçom, intercâmbio, solidariedade e conhecimento mútuo entre o povo galego e o povo venezuelano.
5º- Recuperar e difundir os históricos laços de amizade entre a Galiza e a Venezuela.
6º- Reforçar a luita anti-imperialista e anticapitalista, pola soberania nacional no caminho de Socialismo.

Nengum destes objetivos está tipificado como delito no Código Penal vigorante no Estado espanhol.

2- A AGARB é umha entidade que colabora com o Consulado da República Bolivariana da Venezuela na Galiza. Fruto desta cooperaçom pública, editamos dous cadernos sobre a figura de Simón Bolívar. O primeiro, intitulado ?Lo gallego de Simón Bolívar?, editado em junho de 2009, é umha ediçom facsimilar de um trabalho publicado em 1982 pola Irmandade Galega de Venezuela, da autoria do polifacético artista ponte-vedrês Xose Sesto (1909-1998).
O segundo ?Simón Bolívar. Libertador de naçons, criador da Pátria grande?, editado em maio de 2010, é a primeira biografia de Bolívar editada em galego.

Ligar a colaboraçom económica do Consulado na ediçom de ambos cadernos com um suposto e indemonstrado financiamento venezuelano da esquerda independentista galega nom passa de ser um exercício do jornalismo mais sensacionalista e amarelo.

Praticar o internacionalismo com povos e processos revolucionários, colaborar em iniciativas com governos estrangeiros, tampouco está tipificado como delito no Código Penal.

3- Os Estatutos aprovados na II Assembleia Geral da AGARB, realizada em Vigo 6 de março de 2010, recolhem que a entidade solidária tem como única língua de uso tanto na sua comunicaçom interna quanto externa a língua nacional da Galiza, o galego, utilizando o padrom normativo reintegracionista estabelecido pola AGAL. Somos umha organizaçom galega, autonoma e independente de qualquer partido ou instituiçom, polo que a nossa opçom lingüística e ortográfica é consequente com os nossos princípios de entidade patriótica e internacionalista.

4- Ligar a AGARB com ataques a sedes do PSOE ou com a violência política que exista na Galiza nom passa de umha deliberada tentativa de intoxicar a opiniom pública para criminalizar a solidariedade internacionalista. A AGARB é exclusivamente responsável polas iniciativas que promove e das quais participa.

5- Somos umha entidade comprometida na difusom na Galiza do processo revolucionário bolivariano e, portanto, umha das nossas tarefas é lograr apoios entre os setores populares que objetivamente podem colaborar connosco. A esquerda independentista galega é umha das expressons sociopolíticas deste país, que manifesta simpatias com a Venezuela Bolivariana. Portanto, existe um mútuo reconhecimento e colaboraçom.
Mas ser independentista e de esquerda nom é um delito.

6- A AGARB considera que este tipo de notícias nom podem nem devem ficar impunes. A ?reportagem? de Herminio Carcacía nom atingiria o aprovado em qualquer exame de primeiro ano na Faculdade de Jornalismo da Universiade de Santiago de Compostela (USC). Mistura informaçom real com mentiras. Deforma realidades e nom emprega fontes solventes. Carece de rigor e só procura fazer dano a quem apoia legítimos processos que defendem a liberdade, a justiça social e a soberania nacional. É um lamentável combinado de burda manipulaçom, sensacionalismo barato, seguindo boa parte das pautas de intoxicaçom mediática promovidas polo Ministério do Interior espanhol. Ao que também há que unir um enorme desconhecimento e desinformaçom do tema tratado por parte do autor.
Um claro exemplo do que afirmamos encontramo-lo no pé de foto de umha das ilustraçons que acompanha a notícia. Aparece datada como manifestaçom realizada há uns dias, concretamente 18 de março, quando se trata de umha mobilizaçom do Dia da Pátria Galega, 25 de julho.



Sem outro particular, recebe umha saudaçom revolucionária e bolivariana.

Pátria, Socialismo ou Morte! Venceremos!

Xavier Moreda
Coordenador Geral da AGARB



Vigo, Galiza, 21 de março de 2011


Fonte: http://agarb.blogspot.com/2011/03/agarb-solicita-ao-jornal-el-mundo.html