Terceiro de uma série de artigos/vídeos que vale a pena seguir. Realizados por uma equipa independente de jornalistas mostra como tanta gente se engana em relação ao homem da revolução mais popular dos nossos días.
De Kim Bartley e Donnacha O'Briain. Senador americano acusa Chávez de ligação com o narco-terrorismo.
O homem que protege o seu povo e manda os americanos roubar outros.
(The revolution will not be televised) Documentário. 2003. Irlanda.
O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.
A Revolução Não Será Televisionada, também conhecido como Chávez: Bastidores do Golpe (Chavez: Inside The Coup), é um documentário irlandês, filmado e dirigido por dois cineastas irlandeses, Kim Bartley e Donnacha O'Briain, a respeito do golpe de estado que, em 2002, depôs o presidente eleito da Venezuela Hugo Chávez. Após dois dias, durante os quais o empresário Pedro Carmona foi declarado chefe de estado, permanecendo no palácio presidencial pelas 48 horas seguintes.
O golpe perdeu força, e Chávez retomou o poder. Esse documentário mostrou como estava a vida dos venezuelanos entre a época que aconteceu o golpe de estado e a recuperação de Hugo Chávez.
O documentário nasceu por obra de uma equipe de TV irlandesa (Rádio Telefís Éirieann) que estava em Caracas, no Palácio de Miraflores, para filmar um documentário sobre Chávez. Ao perceber a agitação política no país, os documentaristas direcionaram seu foco para os acontecimentos que levaram à deposição e ao retorno de Chávez.
Esse documentário ganhou doze importantes prêmios internacionais e foi nomeado para mais quatro[1].
Críticos afirmam que o documentário é parcial e omite fatos que possam ser nocivos à imagem de Chávez e de seu governo; chegaram mesmo a produzir um filme, X-Ray of a Lie (Radiografia de uma Mentira), como resposta ao documentário irlandês[2].
Já seus defensores dizem que a obra seria um retrato fiel dos eventos ocorridos na Venezuela a propósito do golpe. Nick Fraser, editor da Storyville Series na BBC, em seu Commissioner's Comment acerca de "The Revolution Will Not Be Televised" comentou sobre o filme: "O resultado é uma brilhante peça de jornalismo". ..."Veja esse filme e você comprenderá, pela primeira vez na sua vida, o que se entende por "viés da mídia"[3].
A Revolução Não Será Televisionada já foi transmitido no Brasil pela TV Câmara. O documentàrio não foi amplamente distribuído; por de todos modos, a economia informal está distribuindo cópias ilegais em DVD por quase todo o território venezuelano.
Segundo vídeo de uma série de artigos/vídeos que vale a pena seguir. Realizados por uma equipa independente de jornalistas mostra como tanta gente se engana em relação ao homem da revolução mais popular dos nossos días.
De Kim Bartley e Donnacha O'Briain. O populismo de Chávez, os ataques da imprensa e as acusações do bolivariano aos Estados Unidos.
O homem que protege o seu povo e manda os americanos roubar outro
(The revolution will not be televised) Documentário. 2003. Irlanda.
O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.
A Revolução Não Será Televisionada, também conhecido como Chávez: Bastidores do Golpe (Chavez: Inside The Coup), é um documentário irlandês, filmado e dirigido por dois cineastas irlandeses, Kim Bartley e Donnacha O'Briain, a respeito do golpe de estado que, em 2002, depôs o presidente eleito da Venezuela Hugo Chávez. Após dois dias, durante os quais o empresário Pedro Carmona foi declarado chefe de estado, permanecendo no palácio presidencial pelas 48 horas seguintes.
O golpe perdeu força, e Chávez retomou o poder. Esse documentário mostrou como estava a vida dos venezuelanos entre a época que aconteceu o golpe de estado e a recuperação de Hugo Chávez.
O documentário nasceu por obra de uma equipe de TV irlandesa (Rádio Telefís Éirieann) que estava em Caracas, no Palácio de Miraflores, para filmar um documentário sobre Chávez. Ao perceber a agitação política no país, os documentaristas direcionaram seu foco para os acontecimentos que levaram à deposição e ao retorno de Chávez.
Esse documentário ganhou doze importantes prêmios internacionais e foi nomeado para mais quatro[1].
Críticos afirmam que o documentário é parcial e omite fatos que possam ser nocivos à imagem de Chávez e de seu governo; chegaram mesmo a produzir um filme, X-Ray of a Lie (Radiografia de uma Mentira), como resposta ao documentário irlandês[2].
Já seus defensores dizem que a obra seria um retrato fiel dos eventos ocorridos na Venezuela a propósito do golpe. Nick Fraser, editor da Storyville Series na BBC, em seu Commissioner's Comment acerca de "The Revolution Will Not Be Televised" comentou sobre o filme: "O resultado é uma brilhante peça de jornalismo". ..."Veja esse filme e você comprenderá, pela primeira vez na sua vida, o que se entende por "viés da mídia"[3].
A Revolução Não Será Televisionada já foi transmitido no Brasil pela TV Câmara. O documentàrio não foi amplamente distribuído; por de todos modos, a economia informal está distribuindo cópias ilegais em DVD por quase todo o território venezuelano.
Primeiro de uma série de artigos/vídeos que vale a pena seguir. Realizados por uma equipa independente de jornalistas mostra como tanta gente se engana em relação ao homem da revolução mais popular dos nossos días.
O homem que protege o seu povo e manda os americanos roubar outros.
(The revolution will not be televised) Documentário. 2003. Irlanda.
O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.
A Revolução Não Será Televisionada, também conhecido como Chávez: Bastidores do Golpe (Chavez: Inside The Coup), é um documentário irlandês, filmado e dirigido por dois cineastas irlandeses, Kim Bartley e Donnacha O'Briain, a respeito do golpe de estado que, em 2002, depôs o presidente eleito da Venezuela Hugo Chávez. Após dois dias, durante os quais o empresário Pedro Carmona foi declarado chefe de estado, permanecendo no palácio presidencial pelas 48 horas seguintes.
O golpe perdeu força, e Chávez retomou o poder. Esse documentário mostrou como estava a vida dos venezuelanos entre a época que aconteceu o golpe de estado e a recuperação de Hugo Chávez.
O documentário nasceu por obra de uma equipe de TV irlandesa (Rádio Telefís Éirieann) que estava em Caracas, no Palácio de Miraflores, para filmar um documentário sobre Chávez. Ao perceber a agitação política no país, os documentaristas direcionaram seu foco para os acontecimentos que levaram à deposição e ao retorno de Chávez.
Esse documentário ganhou doze importantes prêmios internacionais e foi nomeado para mais quatro[1].
Críticos afirmam que o documentário é parcial e omite fatos que possam ser nocivos à imagem de Chávez e de seu governo; chegaram mesmo a produzir um filme, X-Ray of a Lie (Radiografia de uma Mentira), como resposta ao documentário irlandês[2].
Já seus defensores dizem que a obra seria um retrato fiel dos eventos ocorridos na Venezuela a propósito do golpe. Nick Fraser, editor da Storyville Series na BBC, em seu Commissioner's Comment acerca de "The Revolution Will Not Be Televised" comentou sobre o filme: "O resultado é uma brilhante peça de jornalismo". ..."Veja esse filme e você comprenderá, pela primeira vez na sua vida, o que se entende por "viés da mídia"[3].
A Revolução Não Será Televisionada já foi transmitido no Brasil pela TV Câmara. O documentàrio não foi amplamente distribuído; por de todos modos, a economia informal está distribuindo cópias ilegais em DVD por quase todo o território venezuelano.